A alfabetização é um
processo cuja presença de barreiras pode ser empecilho para a sua
realização. Os fatores são os mais diversos, sendo que cada um deles
precisa de soluções eficientes que tenham como objetivo a proposição de
estratégias com a finalidade de induzir a uma aprendizagem satisfatória.
Dentre os obstáculos,
destacamos aqui o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
(TDAH). Geralmente, os alunos que manifestam seus sintomas tendem a ter
uma experiência pedagógica comprometida devido ao seu aspecto desatento,
hiperativo ou misto; que implicam em algumas situações prejudiciais.
Vejam alguns exemplos.
– Dificuldade para se
obter concentração durante as aulas; ou em contato com livros e
palestras (geralmente, as pessoas que convivem com o TDAH do tipo
desatento não terminam a leitura de um livro; ou só quando o assunto
desperta total interesse).
– Inquietação e impaciência dentro de sala de aula; a criança não consegue ficar sentada por muito tempo.
– Não espera a vez do colega ou da professora explicar, entre outras coisas.
Alfabetização e TDAH: o que fazer?
Voltando para as
estratégias, lembramos os educadores que eles podem dividi-las em 3
eixos de ação a fim de proporcionar a aproximação do estudante aos
conteúdos expostos dentro do contexto escolar para que, assim, a
alfabetização seja potencializada. Essas três linhas de abordagem são:
didática em sala de aula, meios de avaliação e apoio organizacional.
- Didática em sala de aula
A didática em sala de
aula precisa buscar técnicas que estimulem a concentração do aluno: pode
ser pela mudança do tom de voz trabalhado de acordo com a necessidade,
dando ênfase em momentos mais importantes do assunto. Além disso,
destacamos que é aconselhável que o aluno se sente bem próximo do
professor. Começar a aula com algum tipo de motivação (uso de perguntas
que devem ser respondidas ao final após a explicação do conteúdo e que,
em caso de acerto, pode ser dada uma nota que se somará à média final).
Outro detalhe foi a
associação ao assunto da aula a alguma situação do contexto que
interessa ao aluno ou que tenha uma aplicação prática. Utilização de
estímulos audiovisuais ou sensoriais, os quais têm grande poder de
memorização e ser mais emocional na transmissão da aula, menos cópia e
menos texto.
- Meios de avaliação
Vale relembrar que em
relação aos meios de avaliação, o professor pode variar e tornar mais
ricas as formas de observar se o aluno absorveu ou não a matéria
aplicando não somente as clássicas provas objetivas, mas também
trabalhos, pesquisas de campo, apresentações em sala, participação em
discussões, etc. É importante salientar que as provas devem ser
objetivas, curtas e sem pegadinhas.
Como a criança tem
grande possibilidade se distrair e se perder nos detalhes, é fundamental
que, ao final da prova, seja dado um tempo complementar para que sejam
revistas as questões em busca de possíveis lapsos ou distrações e dada à
oportunidade de corrigir ou refazer a questão. Alguns estudantes podem
ser favorecidos com o professor lendo as provas antes de iniciá-las,
pois dessa forma tendem a compreender melhor as questões ouvindo todas
elas.
- Apoio organizacional
No apoio organizacional,
o professor pode ajudar criando uma rotina pré-estabelecida com o aluno
o qual deve seguir repetida e diariamente. Esta espécie de roteiro
serve para ser uma espécie de lembrete.
O contexto doméstico também pode ajudar
Dentro de casa existem
maneiras de conduzir estratégias que visem ao desenvolvimento da
concentração da criança diante de uma tarefa. Os pais e os demais
integrantes da família devem estar engajados nessa missão para
impulsionar o aprendizado do pequeno ou do adolescente.
Referência
ESTRATÉGIAS pedagógicas para alunos com TDAH. Neurosaber. Arapongas: Neurosaber, 2016. Disponível em: https://neurosaber.com.br/estrategias-pedagogicas-para-alunos-com-tdah/.
A alfabetização é um
processo cuja presença de barreiras pode ser empecilho para a sua
realização. Os fatores são os mais diversos, sendo que cada um deles
precisa de soluções eficientes que tenham como objetivo a proposição de
estratégias com a finalidade de induzir a uma aprendizagem satisfatória.
Dentre os obstáculos,
destacamos aqui o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
(TDAH). Geralmente, os alunos que manifestam seus sintomas tendem a ter
uma experiência pedagógica comprometida devido ao seu aspecto desatento,
hiperativo ou misto; que implicam em algumas situações prejudiciais.
Vejam alguns exemplos.
– Dificuldade para se
obter concentração durante as aulas; ou em contato com livros e
palestras (geralmente, as pessoas que convivem com o TDAH do tipo
desatento não terminam a leitura de um livro; ou só quando o assunto
desperta total interesse).
– Inquietação e impaciência dentro de sala de aula; a criança não consegue ficar sentada por muito tempo.
– Não espera a vez do colega ou da professora explicar, entre outras coisas.
Alfabetização e TDAH: o que fazer?
Voltando para as
estratégias, lembramos os educadores que eles podem dividi-las em 3
eixos de ação a fim de proporcionar a aproximação do estudante aos
conteúdos expostos dentro do contexto escolar para que, assim, a
alfabetização seja potencializada. Essas três linhas de abordagem são:
didática em sala de aula, meios de avaliação e apoio organizacional.
- Didática em sala de aula
A didática em sala de
aula precisa buscar técnicas que estimulem a concentração do aluno: pode
ser pela mudança do tom de voz trabalhado de acordo com a necessidade,
dando ênfase em momentos mais importantes do assunto. Além disso,
destacamos que é aconselhável que o aluno se sente bem próximo do
professor. Começar a aula com algum tipo de motivação (uso de perguntas
que devem ser respondidas ao final após a explicação do conteúdo e que,
em caso de acerto, pode ser dada uma nota que se somará à média final).
Outro detalhe foi a
associação ao assunto da aula a alguma situação do contexto que
interessa ao aluno ou que tenha uma aplicação prática. Utilização de
estímulos audiovisuais ou sensoriais, os quais têm grande poder de
memorização e ser mais emocional na transmissão da aula, menos cópia e
menos texto.
- Meios de avaliação
Vale relembrar que em
relação aos meios de avaliação, o professor pode variar e tornar mais
ricas as formas de observar se o aluno absorveu ou não a matéria
aplicando não somente as clássicas provas objetivas, mas também
trabalhos, pesquisas de campo, apresentações em sala, participação em
discussões, etc. É importante salientar que as provas devem ser
objetivas, curtas e sem pegadinhas.
Como a criança tem
grande possibilidade se distrair e se perder nos detalhes, é fundamental
que, ao final da prova, seja dado um tempo complementar para que sejam
revistas as questões em busca de possíveis lapsos ou distrações e dada à
oportunidade de corrigir ou refazer a questão. Alguns estudantes podem
ser favorecidos com o professor lendo as provas antes de iniciá-las,
pois dessa forma tendem a compreender melhor as questões ouvindo todas
elas.
- Apoio organizacional
No apoio organizacional,
o professor pode ajudar criando uma rotina pré-estabelecida com o aluno
o qual deve seguir repetida e diariamente. Esta espécie de roteiro
serve para ser uma espécie de lembrete.
O contexto doméstico também pode ajudar
Dentro de casa existem
maneiras de conduzir estratégias que visem ao desenvolvimento da
concentração da criança diante de uma tarefa. Os pais e os demais
integrantes da família devem estar engajados nessa missão para
impulsionar o aprendizado do pequeno ou do adolescente.
Referência
ESTRATÉGIAS pedagógicas para alunos com TDAH. Neurosaber. Arapongas: Neurosaber, 2016. Disponível em: https://neurosaber.com.br/estrategias-pedagogicas-para-alunos-com-tdah/.

Nenhum comentário:
Postar um comentário