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domingo, 21 de outubro de 2018

RITMOS BRASILEIROS


Objetivo(s):
· Conhecer as diferentes nuances que compõem o ritmo musical (duração, intensidade e tonalidade);
· Interpretar corporalmente os diferentes ritmos brasileiros;
· Criar ritmos e expressões corporais com base nas canções escolhidas. 


Conteúdo(s):
A dança, o ritmo e suas nuances: forte e fraco, simétrico e assimétrico, agudo e grave e rápido e lento.
Ano(s):
Tempo estimado: 3 aulas
Material necessário:
· Instrumentos musicais (tambor, berimbau, pandeiro, flauta, atabaque etc.);
· CDs de músicas brasileiras (samba, maracatu, frevo etc.);
· DVDs de apresentações musicais e de dança;
· Aparelhos de som e de DVD. 
Desenvolvimento:
1ª etapa 
Depois de realizar um levantamento sobre os ritmos e as danças mais presentes na cultura do local, da escola e da comunidade, retome-os numa roda de conversa. Apresente aos alunos dois ritmos ou duas danças que fazem parte desse universo. É interessante trabalhar com exemplos bem diferentes nas variáveis musicais - letra, melodia, intensidade, tonalidade etc. Leve para a sala fotos de alguns instrumentos utilizados nessas manifestações artísticas e, em seguida, exiba fotos e vídeos de espetáculos pertencentes aos temas selecionados. Deixe que os alunos escolham um. Com base no eleito por eles, proponha a realização de uma vivência rápida. Sugira uma interpretação livre da música e faça algumas paradas e perguntas do tipo: como é caracterizado esse ritmo na nossa cultura? De que manifestação da dança estamos falando? Quais os instrumentos utilizados? Como são os movimentos dessa dança? Vocês conhecem esse ritmo? Como podemos descrevê-lo?
2ª etapa 
Tenha em mãos alguns instrumentos musicais utilizados na dança escolhida pelos estudantes. Eles serão convidados a se expressar corporalmente com base nas nuances de sons e ritmos sugeridas pelos instrumentos: graves e agudos, fortes e fracos, rápidos e lentos e simétricos e assimétricos. Estimule a garotada a perceber a relação entre eles e os tipos de movimento e de expressão corporal. Exemplo: quais os movimentos que se relacionam com os sons fortes? Como nos expressamos (dançamos) quando o ritmo é lento? Como dançar em músicas com progressões bastante assimétricas? 
3ª etapa 
Divida a sala em grupos de quatro ou cinco alunos e peça que cada um deles construa uma minicoreografia com base nas vivências realizadas. Deixe os instrumentos, o aparelho de som e os CDs ao alcance de todos para que possam explorar movimentos em função da música. Sorteie um ou dois grupos para apresentar as coreografias.
Avaliação:
Numa roda de conversa, verifique se a turma identifica as nuances que compõem os ritmos das diferentes danças e se compreende as características das manifestações da cultura local. Em termos de conteúdo, os alunos devem saber que existem diferentes formas de expressão corporal para cada um dos ritmos e que há coerência entre os movimentos e as nuances de ritmos das diferentes danças.
Flexibilização:

1ª etapa 
Flexibilização de tempo:
Acrescente para todos a experiência tátil de sentir as vibrações. Proponha que coloquem as mãos sobre as caixas de som e distingam o tempo musical por meio de vibrações mais fortes e mais fracas. Dê atenção individual para ajudar o aluno surdo na atividade. Assim ele poderá dançar sentindo as vibrações e não apenas copiando os gestos dos demais.
Flexibilização de recursos:
As imagens, tanto de fotos como de vídeos, facilitam a compreensão por parte dele. O intérprete de Libras pode transmitir as discussões e os comentários sobre as imagens.
2ª etapa 
Flexibilização de conteúdos:
As associações são priorizadas pelo movimento e não pelo som. Inclua questões que valorizem a identificação visual.
Flexibilização de recursos:
O aluno surdo pode receber as explicações em Libras. Utilize imagens e cenas de dança.
3ª etapa 
Flexibilização recursos:
Para marcar os passos, utilize gestos e conte o tempo com palmas. Observando os colegas ouvintes e com a ajuda deles, o aluno surdo dança também.
Flexibilização de tempo:
A atividade pode ser repetida ou reforçada na sala de recursos no contraturno.
Deficiências: Auditiva



DE OLHO NO CARNAVAL!!!


É hora de aproveitar esse momento e trabalhar a criatividade da criançada.
O Carnaval no Brasil é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo - com quase uma semana de festa, músicas, danças e alegria. O carnaval chegou ao país influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa, em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem europeia. 
No final do século 19, começaram a aparecer no Brasil os primeiros blocos carnavalescos. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está aí a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais. O carnaval foi crescendo e se tornando cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. 
Como não passar em branco esse período tão importante no cotidiano da escola? Algumas atividades podem ajudar os professores a comemorarem o carnaval e ainda desenvolver habilidades nas crianças.

Baile de carnaval 

  Que tal um momento para dançar, festejar e pular, assim como se faz nas grandes festas de carnaval? A ideia é que as crianças venham fantasiadas para a escola e nesse dia dançarão ao som das marchinhas de carnaval e de adereços produzidos por eles mesmos. Para aumentar ainda mais a criatividade, porque eles mesmos não produzirem suas próprias fantasias?


Balangandans 
Objetivos:
★ Construir o próprio adereço de carnaval.

Materiais:
★ Papel crepom colorido
★ Barbante
★ Fita adesiva
★ Tesoura

Como fazer: 
1. Pegue o papel crepom e corte ele inteiro em pedaços com cerca de 4 cm.

2. Pegue dois pedaços desses, se possível, de cores diferentes e dobre as pontas deles.

3. Enrole essas pontas a um pedaço de barbante com cerca de 60 cm.

4. Depois, é só enrolar o crepom e o barbante a uma fita adesiva e o balangandam está pronto para ser chacoalhado para todos os lados pelas crianças no baile de carnaval.

Máscaras carnavalescas de pratos de papelão

   Cada criança recebe um prato de papelão do tamanho de sobremesa e basta desenhar e recortar um círculo onde ficará os olhos e a boca e pintar, colar adereços, enfim, enfeitar cada um a seu modo com vários materiais disponíveis. Depois, é só esperar secar e usar as máscaras no baile de carnaval. 
Você sabia? 
   O carnaval não é comemorado somente no Brasil, mas em várias partes do mundo como Alemanda, Reino Unido, EUA e Veneza. 
Fonte: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/105/artigo246172-2.asp



BATERIA CARNAVALESCA


   Ensine seus alunos a fazerem seus próprios instrumentos e animarem seus colegas durante o dia de festa carnavalesca.

Objetivos:

★ Fabricar alguns dos principais instrumentos de percussão usados na preparação do Carnaval;
★ Estimular a criatividade, o interesse por culturas e costumes e a pesquisa sobre personagens  carnavalescas, como o Rei Momo;
★ Incentivar o convívio social.
   O Carnaval está chegando e as escolas começam a se planejar sobre como comemorarão essa data com os pequenos. Um baile à fantasia é sempre uma escolha interessante, já que as crianças adoram, mas Carnaval, no Brasil, também tem como uma de suas principais características o samba e a bateria das escolas de samba. Então, que tal ensinar os pequenos a fabricar alguns dos principais instrumentos de percussão usados na preparação dessa grande festa e, depois disso, fazer ela acontecer?



Você sabia?
No Carnaval brasileiro, o pandeiro é instrumento muito utilizado. O pandeirista, muitas vezes, toca o instrumento enquanto uma sambista dança na sua frente. Também são vistas acrobacias giratórias com o pandeiro.



Você sabia?
O Rei Momo é um personagem da mitologia grega que se tornou um símbolo do Carnaval. Ele é filho do sono e da noite e acabou expulso do Olimpo – morada dos deuses – porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades.


Fonte: Guia Prático para Professores de Educação Infantil



ALLAH-LÁ-Ô

ALLAH-LÁ-Ô





MARCHINHA DE CARNAVAL

Como sou defensora do uso de portadores textuais diversos em sala de aula, promovendo assim um ambiente alfabetizador, além de ser um excelente recurso para exploração da leitura, não poderia deixar de compartilhar essa ideia super simples e criativa aqui:
Uma Marchinha de Carnaval, que além de toda exploração musical e corporal que deverá ser feita com as crianças, também será explorada quanto à leitura, tipo de texto, ortografia, rimas, etc.
O cartaz, além da música, poderá conter pequenas máscaras confeccionadas pelas crianças ou ilustrações referentes à marchinha, visto que aquilo que elas participam da produção ou produzem sozinhas tem muito mais significado para a aprendizagem...

Não anotei a fonte, se alguém for o elaborador dessa atividade, solicite os créditos via comentário.