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domingo, 21 de outubro de 2018
REAPROVEITANDO CD's VELHOS...
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RECICLANDO...
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27 DE MARÇO - DIA DO CIRCO
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ATIVIDADES DIVERSAS
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Datas comemorativas
DIVERSIDADE, INCLUSÃO E ARTE ALIADAS AO ENSINO-APRENDIZAGEM
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DIVERSIDADE
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HISTÓRIA INFANTIL
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INCLUSÃO
PARA COLORIR... Além de colorir, pode-se fazer uma colagem criativa utilizando: papéis coloridos, linhas de lã, botões, canudinhos, palitos, miçangas, cola colorida e glitter.
PARA COLORIR...
Além de colorir, pode-se fazer uma colagem criativa utilizando: papéis coloridos, linhas de lã, botões, canudinhos, palitos, miçangas, cola colorida e glitter.
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Estações do ano
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Primavera
AQUECER BRINCANDO
Como despedida das aulas e preparação para as férias, mostre aos alunos a importância da integração e do respeito ao resgatar brincadeiras simples e divertidas.
Disciplinas: Educação Física, Educação Artística e Filosofia
Anos: 2º. ao 5º.
Objetivos:
- Exercitar a criatividade e as habilidades motoras.
- Refletir sobre a importância do outro.
- Despertar o interesse pelas brincadeiras coletivas.
- Aperfeiçoar o convívio social.
- Divertir-se e interagir com os colegas.
- Estimular o companheirismo e a ética.
E AGORA?
Material: pirulitos.
COLOCANDO EM PRÁTICA:
Entregue um pirulito para cada aluno. Peça que as crianças permaneçam em
pé e em circulo. Todos devem segurar os doces com a mão esquerda e
ficar com o braço estendido; avise aos pequenos que não poderão dobrar o
antebraço em momento algum da brincadeira. O único movimento que os
estudantes podem fazer com essa parle do corpo é pata a esquerda ou a
direita, mas sempre com o antebraço esticado. A mão direita ficará livre
e poderá ser usada normalmente. A primeira tarefa será desembrulhar o
pirulito, seguindo as regras apresentadas. Portanto, as crianças só
utilizarão a mão direita. Recolha os papéis e deixe-as aproveitar o
doce, ainda sob as condições. Aguarde até que alguém descubra a única
forma de executar esta tarefa: oferecer o pirulito para a pessoa ao
lado. Automaticamente, os demais oferecerão o seu e todos poderão
saborear o doce. Finalize a atividade conversando com os alunos sobre
como pode ser bom ajudar os outros, e vice-versa.
NOVOS RUMOS
Materiais: bexigas; fichas com sentimentos e atitudes, tesoura com ponta arredondada, tiras de papel.
COLOCANDO EM PRÁTICA:
Copie as palavras que representam sentimentos e atitudes em quantidade
suficiente para que cada aluno tenha ao menos uma. Recorte-as e coloque
uma dentro de cada balão. Disponha a turma em círculo e explique-lhes
que dentro de cada uma das bexigas está uma ficha com um uma solução ou
desafio cotidiano, como desinteresse, fofocas, competições, inimizades,
alegria, gratidão e felicidade. Solicite que cada criança encha sua
bexiga e brinque com ela, jogando-a para cima, sem deixá-la cair. Aos
poucos, peça que alguns dos participantes deixem seu balão no ar e se
sentem, diminuindo os participantes do jogo. Os que permanecerem devem,
também, manter as bexigas dos colegas no ar. Quando perceber que quem
ficou no centro não está dando conta de manter todos os balões no ar,
peça que os amigos voltem ao círculo e o ajudem. Depois da brincadeira,
inicie a reflexão problematizando a sensação de quem ficou no centro
sobrecarregado de problemas e pergunte os sentimentos de quem saiu e
largou seu dever a cargo dos amigos. Comente que, quando estamos unidos,
as dificuldades ficam mais fáceis de serem enfrentadas. Finalmente,
cada um deve estourar uma bexiga e ler o recado, comentando se é um
desafio ou uma solução e o significado da palavra.
SONHO MEU!
Materiais: balões coloridos, caneta esferográfica, folhas de papel
sulfite tamanho A4, palitos de churrasco, tesoura com ponta arredondada.
COLOCANDO EM PRÁTICA:
Corte o papel sulfite em pedaços que caibam dentro dos balões e em
quantidade suficiente para toda a classe. Em um lugar amplo, solicite
que as crianças escrevam seu sonho no pedaço de papel. A seguir, elas
devem dobrá-lo e colocá-lo dentro da bexiga, que deve ser inflada e
amarrada. Entregue um palito de churrasco para cada estudante e, com a
voz séria e firme, dê o comando: "Protejam seus sonhos". Provavelmente,
as crianças começarão a estourar os balões dos colegas. Depois que
terminarem, pergunte- lhes por que elas destruíram os sonhos dos
colegas. Deixe que pensem no assunto e ajude-as a entender que, para
defender seu sonho, não era preciso destruir o dos outros: bastava cada
uma cuidar do seu e, se possível, zelar pelo do outro. Você pode
aproveitar o assunto e iniciar um bate-papo sobre respeito e ética e a
importância de nossas vontades e dos limites que temos de seguir para
respeitar os outros.
E EU?
Materiais: caneta esferográfica, fita crepe, tesoura com ponta arredondada
COLOCANDO EM PRÁTICA:
Para
está brincadeira, recorte pedaços de fita crepe em quantidade
suficiente para todos os alunos é escreva neles comandos como beije me
aperte minha mão abrace me deixe me pisque para mim Em apenas um deles
escreva deixe-me — esse será o único aluno que não será procurado. É
interessante também colar os adesivos nas costas ou na testa dos
estudantes, de modo que eles possam ler apenas o que esta escrito nos
amigos E possível que a criança fique triste porem ao mesmo tempo ela
também sabe que todos estavam apenas seguindo o comando escrito na fita.
O objetivo é que expresse o que sentiu naquele momento para que todos
entendam que não se deve agir dessa maneira A simulação é uma forma de
fazer com que reflitam sobre o pirulito sem gerar mágoas. Dê
continuidade pedindo que os colegas relatem situações nas quais se viram
excluídos e como se sentiram.
ATENÇÃO
Divida o alunos em duplas e, peça-lhes que se espalhem pelo ambiente.
Solicite que se observem por 2 minutos Então, os colegas devem virar-se
de costas uns para os outros e mudar três coisas -neles. A seguir devem
desvirar-se e pedir que o parceiro descubra o que foi mudado. O outro
também repete, e assim sucessivamente. Realize a dinâmica três vezes e
depois troque as duplas. Esta atividade ensina a importância da
observação atenta e dos detalhes a diferença entre olhar e ver. A nova
Visão permite que as crianças entendam que é importante conhecer a
individualidade e se importar com as pessoas
CORRIDA DIVERTIDA
Materiais: água, anilina colorida, cadeira ou mesa, conta gotas, fita
adesiva, jornais, papel grande com 1x0,5m, potes de iogurte vazios,
tinta guache.
Nesta brincadeira de cores e transformações, todos ganham. Corte o
papelão com aproximadamente 1 m de comprimento por 0,5 m de largura e,
com a fita adesiva, prenda-o em uma cadeira, uni suporte de madeira
(como na foto) ou na própria parede, da maneira que forme um ângulo de
aproximadamente 45 Espalhe jornais pelo chão, para conter a sujeira.
Dilua as tintas em água e coloque-as em um conta-gotas ou um tubo com a
ponta fina, para contar a quantidade despejada. Ao mesmo tempo, as
crianças começarão a pingar a tinta na parte superior da folha. Quem
conseguir fazer que a tinta chegue primeiro ao final vence a
brincadeira. As tonalidades poderão se misturar, umas, chegarão antes e
outras depois. Coloque o trabalho para secar e exponha a arte maluca.
Esta atividade exercita o poder de observação da turma, em itens como o
tempo que a tinta leva para escorrer o que cada cor precisa se uma foi
mais diluída que a outra.
ESGUICHO DIVERTIDO
Materiais: água, alfinetes, bexigas, camisetas velhas, fita crepe, folhas de jornal, papel kraft, tintas guache ou. anilina.
COLOCANDO EM PRÁTICA:
Coloque uma boa quantidade de tinta, como anilina ou guache, dentro das
bexigas e peça que os alunos completem os balões com água, deem um nó
cai suas pontas e os sacudam, para misturar a tinta e água. Na base do
balão, que é mais grossa, grude uni pedaço de fita-crepe e,
cuidadosamente, espete-a com o alfinete (em cima da fita adesiva para
evitar explosão da bexiga). Agora, a turma tem originais esguichos de
tinta! Se o chão não for lavável, forre-o com jornal e, a seguir, fixe o
papel kraft nele. Deixe a turma fazer seus desenhos, seguindo ou não um
tema específico, aproveitando apenas os espaços forrados.Modifique a
brincadeira colando o papel na parede.
Fonte: Projetos Escolares- Ensino Fundamental
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Arte
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Brincadeiras
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EDUCAÇÃO FÍSICA
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Férias
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FILOSOFIA
PROJETO: MÁRIO QUINTANA
Em 30 de julho, comemora-se o aniversário do poeta modernista, que pode
ser homenageado com atividades que transformam poesia em pura prosa
Disciplinas: Português, Educação Artística e História
Anos: 3º ao 5º
Objetivos:
- Descobrir o poema e a poesia.
- Conhecer a biografia de Mário Quintana, bem como poemas de sua autoria.
- Treinar declamação.
- Criar e montar poemas com recortes de jornais e revistas.
- Desenhar e declamar.
- Interessar-se por esse tipo de escrita.
- Respeitar a criação dos colegas.
- Opinar e sugerir.
Educar é uma poesia
Merecedora de vários versinhos
Como num poema em soneto
Ou em linhas longas, como uma história em prosa

CONHECENDO O POEMA
Materiais: borracha; caderno; dicionário; lápis preto; autobiografia de Mário Quintana, poemas do autor.
Reproduza os poemas de Mário Quintana em quantidade suficiente para
todos os alunos. Entregue-os a eles para que conheçam o seu trabalho e
entrem em contato com o tipo de escrita. Peça-lhes que leiam os poemas
silenciosamente e depois em voz alta, um a um. Pergunte-lhes o que
entenderam e se concordam com o que foi escrito pelo poeta. Estimule a
participação da classe como um todo, de forma que o debate se torne uma
conversa animada e enriquecedora. Complemente a conversa fornecendo aos
estudantes a autobiografia de Mário Quintana, para que os estudantes o
conheçam e sintam-se mais próximos a ele. Converse a respeito da
diferença entre poemas e poesias e peça-lhes que escrevam poemas, a fim
de ampliar o vocabulário. Lembre a turminha de que o dicionário pode ser
um grande amigo.
Mário Quintana
Auto-biografia
Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal
coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem!
eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é
indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo,
nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que
querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou com 78 anos, mas
sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Nest e último
caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade. Nasci no rigor
do inverno, temperatura: grau; e ainda por cima prematuramente, o que
me deixava meio complexado, pois achava que não estava pronto. Até que
um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera
prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du
peu... Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou
modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi
algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de
auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido.
Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os
introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os
outros?
Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese.
Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem
das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido
prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de
Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Érico Veríssimo -
que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras.
EMOÇÕES À FLOR DA PELE
Materiais: argila; folhas de papel canson; giz de cera; massa de modelar; papel machê; tinta guache colorida.
Aguce os sentidos e traga à tona as emoções mais profundas e pessoais
das crianças, fundamentais para elaborar poesias. Utilizando os
materiais disponíveis, os alunos podem fazer esculturas com tema livre,
como flores, vulcões, animais, prédios ou o que imaginarem. Deixe os
objetos à disposição dos estudantes, a fim de que escolham com qual se
sentem mais à vontade para se expressar artisticamente. Evite prender-se
a exemplos pré-moldados: permita que os pequenos criem espontaneamente,
para que, com o desenvolver do projeto, possam acrescentar idéias e
complementar sua produção.
EXPRESSIVIDADE
Materiais: folhas de papel sulfite tamanho A4; lápis preto.
Depois da manipulação dos materiais e da criação de imagens e objetos,
oriente os alunos a escrever palavras que vêm à mente, inspirados pelo
desenho ou pela escultura. Devem ser vocábulos soltos, que não tenham
necessariamente uma conexão entre si, mas que se relacionem, de alguma
forma, à obra e o que ela representa. Tais associações podem ser
incomuns. De posse da lista de palavras, os estudantes deverão fazer um
poema.
TROCANDO IDEIAS
Materiais: poesias escritas na atividade “Expressividade”.
Solicite que cada criança leia silenciosamente a poesia feita. Com a
autorização do aluno, escreva um dos textos no quadro-negro e peça-lhe
sugestões de palavras ou trechos que possam ser substituídos ou
acrescentados. Faça isso de forma alegre e descontraída. Se julgar
necessário, converse abertanente com a turma, para que nenhum aluno se
sinta desprezado ou pense que você ou os colegas não gostaram do poema
dele, porque algumas palavras estão sendo alteradas. Explique- lhe que é
um exercício de cooperação e que o objetivo é criar poesias a partir
daquela. Também é possível informar como a atividade será feita e pedir
que alguém se habilite a ter o texto alterado, sempre com muito respeito
pelo trabalho do colega. Por fim, a garotada deve reescrever os
próprios textos. A leitura em voz alta de alguns poemas para a classe
completa a atividade.
DESCONSTRUIR E RECONSTRUIR
Materiais: borracha; lápis preto; folha de papel sulfite tamanho A4;
poesias de Mário Quintana (prontas na folha de moldes); tesoura com
ponta arredondada.
Vale tudo com a poesia, até obras de poetas consagrados podem ser
desmontadas e reescritas, sem solenidade. Versos e poemas podem ser
usados como ponto de partida para que os alunos desenvolvam o próprio
estilo. Os exercícios podem ser realizados individualmente ou em grupo.
Criar rimas e versos livres é importantíssimo. Às vezes, restringimos as
poesias ligando-as à necessidade de rimar, e isso é desnecessário:
muitas vezes, mais importante que rimar é encontrar a sonoridade das
palavras, transmitindo a emoção desejada. Inicie a dinâmica apresentando
um verso fixo para as crianças. A partir dele, elas devem criar
poesias, permanecendo atentas à sonoridade das palavras. Preste atenção
ao que os pequenos escrevem, pois, muitas vezes, eles apenas buscam
palavras que combinam entre si e não se relacionam com o poema. A
coerência é importante. Em seguida, distribua cópias do molde das
poesias de Mário Quintana e peça que as crianças cortem palavras ou
frases, para depois criar outras montagens.
Elas se surpreenderão ao verificar que uma mesma poesia pode apresentar
muitas combinações diferentes. Dessa forma, você exercita a coerência e
mostra que um poema é uma unidade, não um amontoado de palavras. A
seguir, solicite-lhes que levem para a classe fotos pessoais ou de
lugares conhecidos — revistas podem ser uma opção. Peça-lhes que contem
aos colegas as sensações ou lembranças despertadas pelas imagens. Essa
lista de palavras servirá de base para novos poemas. Por fim, recomende
às crianças que ilustrem as poesias, desenhando as cenas ou as sensações
sugeridas pelo poema, em vez de simplesmente retratar os objetos
mencionados no texto.
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